(...) Depois de várias catástrofes noticiadas no primeiro semestre deste ano, principalmente as provocadas por fenômenos climáticos amplificadas por descasos políticos, comecei a refletir sobre a fatalidade. A morte, entidade personificada ou impessoal, é indiferente mas parece razoável - não digo justa, uma palavra de fácil uso, porém, não abrange nem faz jus ao que pretendo dizer sobre a questão. Todos, um dia, vamos passar dessa pra melhor ou a quaisquer um dos outros atenuantes usados para dizer que alguém deu o último suspiro. Não há acepção de pessoas. É a mais radical das igualdades. (...)
O texto O Pastor, a Sombra e a Ovelha continua em Bacelardas


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