Prevista para este mês no calendário diplomático de Brasília, consta a segunda reunião entre Brasil, Rússia, Índia e China, o grupo denominado Bric. O encontro com os representantes destes países está marcado para o dia 16, conforme informação divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores. De acordo com os comentaristas políticos dos grandes jornais, é provável que o tema principal da discussão continue a ser econômico, como foi o da primeira reunião realizada no ano passado na Rússia. Contudo, o Planalto aproveitará para abordar outras perspectivas.
Incluído no pacote de propostas e transações está a permanência do presidente da China, Hu Jintao, em território brasileiro para cumprir com visita oficial, uma retribuição à viagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a Pequim em maio de 2009. O encontro visa a assinatura do Plano de Ação Conjunta que irá dar diretrizes para o relacionamento comercial entre os países no período 2010-2015.
Em nota recente na imprensa, foi divulgado que o Fundo Soberano da China, o China Investment Corp. (CIC), administrador de US$ 300 bilhões, pretende comprar títulos da dívida pública brasileira. O jogo de interesses pende para os dois lados do diálogo. Ao Brasil, se abre a possibilidade de mercado voraz para minérios, combustíveis, grãos e outras commoditties além da tentativa de conseguir apoio chinês para uma cadeira definitiva no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A pólvora que impulsiona o outro lado é a progressão da economia chinesa sobre a lacuna planetária nascida com a refração do mercado internacional (leia-se norte-americano) no pós-crise.
Incluído no pacote de propostas e transações está a permanência do presidente da China, Hu Jintao, em território brasileiro para cumprir com visita oficial, uma retribuição à viagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a Pequim em maio de 2009. O encontro visa a assinatura do Plano de Ação Conjunta que irá dar diretrizes para o relacionamento comercial entre os países no período 2010-2015.
Em nota recente na imprensa, foi divulgado que o Fundo Soberano da China, o China Investment Corp. (CIC), administrador de US$ 300 bilhões, pretende comprar títulos da dívida pública brasileira. O jogo de interesses pende para os dois lados do diálogo. Ao Brasil, se abre a possibilidade de mercado voraz para minérios, combustíveis, grãos e outras commoditties além da tentativa de conseguir apoio chinês para uma cadeira definitiva no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A pólvora que impulsiona o outro lado é a progressão da economia chinesa sobre a lacuna planetária nascida com a refração do mercado internacional (leia-se norte-americano) no pós-crise.


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