Para analista político, demora de Serra e do partido pode complicar a candidatura psdebista
Os números apresentados pela pesquisa do Datafolha, divulgada neste domingo (28), apresentam a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com 28% das intenções de voto contra 32% do governador paulista José Serra (PSDB). “É uma tendência já verificada de crescimento [da Dilma] e o congresso [petista] certamente ajudou”, diz o assessor de imprensa do PT nacional, João Paulo Soares.
Para o doutor em Ciências Políticas e professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp), José Paulo Martins Junior, ao definir a ministra como candidata, o congresso petista ratifica a escolha do presidente Lula. “A aclamação de Dilma aponta que o partido endossou a campanha dela e agrupa a militância em torno dela. A divulgação na imprensa fortaleceu o evento”, diz.
Para o assessor de imprensa do PSDB nacional, Carlos Iberê Freitas, a imagem de Dilma Rousseff teve espaço e isso levou aos números alcançados no Datafolha. “A ministra sofreu exposição por semanas em todas as mídias, era esperado que houvesse um avanço na pesquisa”, argumenta.
A declaração da assessoria se alinha a que foi dada nesta segunda-feira pelo presidente tucano, senador Sérgio Guerra, que ainda acrescentou a demora na escolha de um pré-candidato psdebista. Para o senador do PSDB, outro fator que contribui para o resultado pouco satisfatório da oposição na pesquisa foram as chuvas que atingiram São Paulo.
“O partido errou na estratégia de caminhar no compasso de espera do Serra, que pode vir até a desistir da candidatura ao Planalto para tentar a reeleição para o governo paulista”, expõe o professor Martins. De acordo com o cientista político, falta articulação da militância do partido. “A campanha tucana está à deriva e precisa de linhas mestras”, explica.
Na seara petista, a realização do congresso em Brasília solidificou a campanha à Presidência da República com a ministra da Casa Civil como a candidata do PT e delineou as primeiras propostas do programa de campanha. “Agora a Dilma vai precisar andar com as próprias pernas. Ela tem que descolar da imagem do presidente Lula”, explica o doutor como a petista deve se portar.
Para o doutor em Ciências Políticas e professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp), José Paulo Martins Junior, ao definir a ministra como candidata, o congresso petista ratifica a escolha do presidente Lula. “A aclamação de Dilma aponta que o partido endossou a campanha dela e agrupa a militância em torno dela. A divulgação na imprensa fortaleceu o evento”, diz.
Para o assessor de imprensa do PSDB nacional, Carlos Iberê Freitas, a imagem de Dilma Rousseff teve espaço e isso levou aos números alcançados no Datafolha. “A ministra sofreu exposição por semanas em todas as mídias, era esperado que houvesse um avanço na pesquisa”, argumenta.
A declaração da assessoria se alinha a que foi dada nesta segunda-feira pelo presidente tucano, senador Sérgio Guerra, que ainda acrescentou a demora na escolha de um pré-candidato psdebista. Para o senador do PSDB, outro fator que contribui para o resultado pouco satisfatório da oposição na pesquisa foram as chuvas que atingiram São Paulo.
“O partido errou na estratégia de caminhar no compasso de espera do Serra, que pode vir até a desistir da candidatura ao Planalto para tentar a reeleição para o governo paulista”, expõe o professor Martins. De acordo com o cientista político, falta articulação da militância do partido. “A campanha tucana está à deriva e precisa de linhas mestras”, explica.
Na seara petista, a realização do congresso em Brasília solidificou a campanha à Presidência da República com a ministra da Casa Civil como a candidata do PT e delineou as primeiras propostas do programa de campanha. “Agora a Dilma vai precisar andar com as próprias pernas. Ela tem que descolar da imagem do presidente Lula”, explica o doutor como a petista deve se portar.


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