Às vésperas do início oficial das campanhas eleitorais, os veículos de comunicação vão ter o desafio de tentar captar e transmitir à população os passos diários que as principais candidaturas irão tomar. Com milhares de blogs, sites e mensagens difundidas por correio eletrônico em tempo real, o mundo virtual pode dar um nó na cabeça do eleitor que a imprensa sequer conseguirá desfazer - ou até venha a complicar mais.
“A grande massa não recebe tanta influência por meio da Internet. O resultado é um tanto relativo. A televisão ainda tem o apelo maior”, explica o autor do livro “Iniciação às Ideologias Políticas” e professor de Teoria Política e de História da Comunicação, Augusto Lanzoni. Fato que a ser apontado é a decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo que, nesta segunda-feira (15), suspendeu a veiculação de uma propaganda televisiva do PT.
Apesar do baixo número de brasileiros com acesso à Internet, cerca de 35% da população, os dados da Câmara dos Deputados, de janeiro a outubro de 2009, mostram que os 513 parlamentares receberam mais de 14 milhões de e-mails. No mesmo ano, foram enviadas para o Senado mais de 586 mil mensagens aos 81 congressistas. Para os deputados, o sistema utilizado foi o "Fale com o deputado" enquanto para os senadores foi "Alô Senado", via endereços virtuais das Casas Legislativas.
De acordo com o professor de Jornalismo Online e de Projeto Experimental Online, Clóvis Furlanetto, “o internauta é um indivíduo que coleta as informações de fontes variadas com muito mais rapidez que o eleitorado habitual”. Para Lanzoni, no entanto, há risco de a troca de mensagens se tornar em armadilha. “As pessoas inocentemente retransmitem e nem percebem que com isso fazem a articulação eleitoral de alguém”, argumenta.
No campo dos impressos, o professor de Teoria Política explica que as ocorrências perigosas de interesses escusos diminuem quando se tratam de veículos de circulação em grandes cidades. “O jogo duplo no espaço de TV, jornais e revistas, que é feito por alguns meios de comunicação, só é mais comum e nítido em cidades menores, onde a possibilidade de acesso à informação é reduzida”, expõe.
Consenso entre os professores sobre a campanha pela Internet é que a atenção de partidos e políticos precisará ser maior de agora em diante. “Os candidatos terão que se adaptar e promoverem campanhas mais limpas e manter seu perfil o mais atualizado possível”, analisa o professor de Jornalismo Online. “Será necessário pessoas especializadas e ainda assim não terá o mesmo nível que a norte-americana”, comenta o professor e escritor.
“A grande massa não recebe tanta influência por meio da Internet. O resultado é um tanto relativo. A televisão ainda tem o apelo maior”, explica o autor do livro “Iniciação às Ideologias Políticas” e professor de Teoria Política e de História da Comunicação, Augusto Lanzoni. Fato que a ser apontado é a decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo que, nesta segunda-feira (15), suspendeu a veiculação de uma propaganda televisiva do PT.
Apesar do baixo número de brasileiros com acesso à Internet, cerca de 35% da população, os dados da Câmara dos Deputados, de janeiro a outubro de 2009, mostram que os 513 parlamentares receberam mais de 14 milhões de e-mails. No mesmo ano, foram enviadas para o Senado mais de 586 mil mensagens aos 81 congressistas. Para os deputados, o sistema utilizado foi o "Fale com o deputado" enquanto para os senadores foi "Alô Senado", via endereços virtuais das Casas Legislativas.
De acordo com o professor de Jornalismo Online e de Projeto Experimental Online, Clóvis Furlanetto, “o internauta é um indivíduo que coleta as informações de fontes variadas com muito mais rapidez que o eleitorado habitual”. Para Lanzoni, no entanto, há risco de a troca de mensagens se tornar em armadilha. “As pessoas inocentemente retransmitem e nem percebem que com isso fazem a articulação eleitoral de alguém”, argumenta.
No campo dos impressos, o professor de Teoria Política explica que as ocorrências perigosas de interesses escusos diminuem quando se tratam de veículos de circulação em grandes cidades. “O jogo duplo no espaço de TV, jornais e revistas, que é feito por alguns meios de comunicação, só é mais comum e nítido em cidades menores, onde a possibilidade de acesso à informação é reduzida”, expõe.
Consenso entre os professores sobre a campanha pela Internet é que a atenção de partidos e políticos precisará ser maior de agora em diante. “Os candidatos terão que se adaptar e promoverem campanhas mais limpas e manter seu perfil o mais atualizado possível”, analisa o professor de Jornalismo Online. “Será necessário pessoas especializadas e ainda assim não terá o mesmo nível que a norte-americana”, comenta o professor e escritor.


1 reflexões:
Esse será o ano que ele terá mais influencia.
Por onde anda meu nobre Francisco?
abraços
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