Prevista para iniciar a partir de julho, a campanha eleitoral é antecipada pelos candidatos que visam a abertura de espaço na mídia. Para o doutor em História e professor de Teoria da Mídia, Roberto Coelho, os temas deste ano não fugirão do convencional. “Eles nunca mudam. A agenda vem desde Maquiavel”, afirma. “Os assuntos serão os previsíveis, não se pode esperar grandes inovações”, explica o professor de Comunicação e consultor de marketing político, Sérgio Sanches.
Apesar da possível falta de novidades no debate político, eles acreditam que as questões atuais como meio ambiente, medidas sustentáveis e energia vão receber atenção dos presidenciáveis durante o período de campanha. “Nenhum candidato pode falar que o Brasil está mal. Então, a variação se dará em temas como petróleo, ecologia e sustentabilidade”, argumenta o professor Coelho.
Na opinião da secretária estadual de formação política do PT de São Paulo, Angélica Fernandes, um dos itens principais para os petistas será o paralelo entre os mandatos que os partidos realizaram. “A comparação entre os dois governos de FHC e de Lula irá mostrar a diferença de gestão. Quanto o Brasil avançou e quanto São Paulo avançou nos últimos quatro anos, por exemplo?”, questiona.
Temas e temores
De acordo com o secretário geral do diretório paulista do PSDB, César Gontijo, antecipar temas que serão abordados, antes de os tucanos terem candidato ao Planalto, é ajudar a prevenir o adversário. “Se você abre o jogo agora vai deixar a oposição vacinada”, diz. Gontijo argumenta que para evitar o alerta, os assuntos iniciais serão abrangentes. Dessa forma, ele vê que os primeiros temas terão caráter bem genérico.
Sanches acredita que os psdebistas verão como foco as áreas de economia e de ecologia enquanto os petistas tratarão de questões sociais. “O PSDB vai enfrentar as investidas do PT com temas como meio ambiente, já o tema social terá atenção especial pela candidata petista”, explica.
A secretária do PT também supõe que itens sociais serão retomados. “Na campanha de 2006, um assunto bem discutido foi a saúde e pode voltar novamente”, diz Angélica. “Programas como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Seguro Desemprego e as próprias obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) farão parte da campanha da petista. Agora, a questão tributária pode aparecer no decorrer do processo”, pondera o consultor de marketing político. Segundo o professor Coelho, um elemento de novidade pode se dar com a entrada da Internet como veículo de campanha.
Apesar da possível falta de novidades no debate político, eles acreditam que as questões atuais como meio ambiente, medidas sustentáveis e energia vão receber atenção dos presidenciáveis durante o período de campanha. “Nenhum candidato pode falar que o Brasil está mal. Então, a variação se dará em temas como petróleo, ecologia e sustentabilidade”, argumenta o professor Coelho.
Na opinião da secretária estadual de formação política do PT de São Paulo, Angélica Fernandes, um dos itens principais para os petistas será o paralelo entre os mandatos que os partidos realizaram. “A comparação entre os dois governos de FHC e de Lula irá mostrar a diferença de gestão. Quanto o Brasil avançou e quanto São Paulo avançou nos últimos quatro anos, por exemplo?”, questiona.
Temas e temores
De acordo com o secretário geral do diretório paulista do PSDB, César Gontijo, antecipar temas que serão abordados, antes de os tucanos terem candidato ao Planalto, é ajudar a prevenir o adversário. “Se você abre o jogo agora vai deixar a oposição vacinada”, diz. Gontijo argumenta que para evitar o alerta, os assuntos iniciais serão abrangentes. Dessa forma, ele vê que os primeiros temas terão caráter bem genérico.
Sanches acredita que os psdebistas verão como foco as áreas de economia e de ecologia enquanto os petistas tratarão de questões sociais. “O PSDB vai enfrentar as investidas do PT com temas como meio ambiente, já o tema social terá atenção especial pela candidata petista”, explica.
A secretária do PT também supõe que itens sociais serão retomados. “Na campanha de 2006, um assunto bem discutido foi a saúde e pode voltar novamente”, diz Angélica. “Programas como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Seguro Desemprego e as próprias obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) farão parte da campanha da petista. Agora, a questão tributária pode aparecer no decorrer do processo”, pondera o consultor de marketing político. Segundo o professor Coelho, um elemento de novidade pode se dar com a entrada da Internet como veículo de campanha.
Disponível em O Estado RJ


0 reflexões:
Postar um comentário