Na primeira segunda-feira do mês (03), a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio), realizou congresso sobre crimes eletrônicos com especialistas em direito e em informática.De acordo com os dados do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) apresentados nas palestras, foram registrados entre janeiro a junho deste ano mais de 298 mil crimes virtuais.
“Cerca de 75% dos casos apontados pela CERT.br são de fraude”, expôs o assessor técnico do gabinete do senador Eduardo Azeredo, José Henrique Portugal. O parlamentar apresentou projeto referente a elaboração de mecanismos para maior controle de dados eletrônicos.
Perigos reais
Segundo pesquisa elaborada pela Fecomercio, que ouviu mil pessoas, 140 (14%) sofreram fraude ou tiveram algum familiar fraudado por em compras realizadas por meios eletrônicos.

“Não temos que mudar nosso comportamento por causa dos criminosos”, argumentou Portugal em face aos números destacados durante as apresentações dos palestrantes.
O promotor de justiça Augusto Rossini e o deputado federal Júlio Semeghini salientaram a necessidade de cuidado na troca de informações por sites de relacionamento.
“Não se pode ficar passando coordenadas por orkut e twitter. Isso deixa a pessoa vulnerável a ação criminosa”, explica Rossini ao relatar casos de supostos sequestros ou de coleta de dados pessoais ou de rotinas familiares.
O vice-presidente da comissão de direito na sociedade de informação da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Coriolano Almeida Camargo, relatou a urgência da proteção à crianças e adolescentes no mundo virtual.
Conforme o National Center for Missing & Exploited Children, uma em cada sete crianças com idade entre 10 a 17 anos é procurada por internautas com algum tipo de intenção sexual. A Aliança para a Segurança de Crianças na Internet diz que duas em cada cinco de 10 anos passam de 6 a 10h on-line.
Segundo pesquisa elaborada pela Fecomercio, que ouviu mil pessoas, 140 (14%) sofreram fraude ou tiveram algum familiar fraudado por em compras realizadas por meios eletrônicos.

“Não temos que mudar nosso comportamento por causa dos criminosos”, argumentou Portugal em face aos números destacados durante as apresentações dos palestrantes.
O promotor de justiça Augusto Rossini e o deputado federal Júlio Semeghini salientaram a necessidade de cuidado na troca de informações por sites de relacionamento.
“Não se pode ficar passando coordenadas por orkut e twitter. Isso deixa a pessoa vulnerável a ação criminosa”, explica Rossini ao relatar casos de supostos sequestros ou de coleta de dados pessoais ou de rotinas familiares.
O vice-presidente da comissão de direito na sociedade de informação da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Coriolano Almeida Camargo, relatou a urgência da proteção à crianças e adolescentes no mundo virtual.
Conforme o National Center for Missing & Exploited Children, uma em cada sete crianças com idade entre 10 a 17 anos é procurada por internautas com algum tipo de intenção sexual. A Aliança para a Segurança de Crianças na Internet diz que duas em cada cinco de 10 anos passam de 6 a 10h on-line.


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